A importância da Inclusão Digital para a Educação e Sociedade
Maria Isabel dos Santos Cabé
Mariza dos Santos Teixeira
Miriam de Jesus Santana
Priscila da Silva Lemos
Verena Souza de Brito
A nova era que vivemos, a era da informação, possibilita a todos o uso de diversas soluções digitais eficazes que beneficiam muito o dia-a-dia. A internet por exemplo, possibilitou novas formas de comunicação, com comunicadores de acesso rápido como o e-mail, o telefone pela internet como o Skype, o MSN e as redes sociais como o ORKUT, FACEBOOK, TWITTER dentre outros, estes elementos tecnológicos através da internet viabilizaram outras maneiras de dialogar e interagir com pessoas que se comunicam uma com as outras e com o mundo. As tecnologias trouxeram ainda um fato muito importante, o de reduzir quantitativamente o custo da comunicação, o que tornou as pessoas mais próximas, mesmo estando em países e espaços diferentes.
O processo de inclusão digital faz com que a sociedade venha a ter conhecimentos mínimos para usar os recursos das tecnologias da informação e de comunicação (TIC), como também os recursos como computadores com acesso a internet, assim como permitir que a educação, a cultura e a informação sejam privilégios de toda a população. Através da utilização das TIC, os cidadãos têm possibilidade variadas, como por exemplo, fazer um curso a distância, consultar livros gratuitamente na internet e até mesmo fazer passeios virtuais e conhecer diversos países ou cidades sem nunca ter ido lá.
O governo através de programas de inclusão vem disponibilizando laboratório de informática nas escolas do Brasil. Porém, ainda se faz necessário que este recurso seja utilizado freqüentemente, que os laboratórios permaneçam abertos a toda comunidade escolar, tornando assim uma atividade de rotineira. Logo, é fundamental que de fato ocorra a inclusão digital, na qual faz-se necessário que os educadores sejam qualificados de modo que interajam com aulas com computadores, promovendo um enriquecimento do processo de ensino aprendizagem.
As TIC são meios eficazes que proporcionam um aperfeiçoamento do processo educativo existente, pois cria novas formas de ensinar e aprender, trazendo à educação outras alternativas capazes de motivar os docentes e discentes, tornando-se muito relevante para o desenvolvimento de habilidades e competências.
Destacamos o projeto Capilaridade: uma Experiência com jovens em situação de vulnerabilidade social , que visa possibilitar acesso a meios tecnológicos a todos, onde a rede ONG do Mundo do trabalho localizada em Porto Alegre, oportuniza a produção de conhecimentos a partir do espaço cibernético através do projeto, cuja finalidade é ampliar e qualificar o processo de inclusão digital, onde as TIC vem sendo utilizadas como instrumentos de mediação das relações de forças que organizam a realidade social, entrelaçando experiências poderes e saberes. Ou seja, possibilita através das trocas de experiências entre os sujeitos a produção do conhecimentos.
Links:
www.inclusaodigital.gov.br
http://avenidadanet.blogspot.com/2009/07/governo-federal-faz-projeto-de-inclusao.html
Http://weblab.tk/projetosnobrasil
www.casabrasil.gov.br
Este blog foi criado por estudantes de Pedagogia da Fundação Visconde de Cairu e colabora com educadores que acreditam na eficiência e eficácia do uso das mídias e das novas tecnologias na educação. Sejam todos bem vindos!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
USO CRÍTICO DOS RECURSOS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO
Ana Cristina Machado Cavalcante
Ivone Conceição Jorge dos Santos
No Brasil a inserção dos meios audiovisuais nas relações pedagógicas baseou-se no modelo tecnicista na década de 60. Com isso estagnou-se uma concepção fragmentada do uso dos meios audiovisuais na educação. Ao longo dos tempos os recursos audiovisuais na educação sofreram mudanças ganhando inúmeras denominações e novas maneiras de utilizar esses meios com um objetivo de favorecer a aprendizagem. Assim, cabe ao professor, abolir as práticas obsoletas para uso dos recursos, objetivando uma adequada seleção de técnicas e instrumentos no uso dos materiais a fim de despertar o interesse dos alunos promovendo sua atenção e dinamizando seu trabalho em sala de aula.
Este tema é de extrema relevância para a educação, por estarmos vivendo num contexto onde as tecnologias cada vez mais se fazem presentes e necessárias na aquisição de novos conhecimentos e habilidades. Diante do avanço que estamos vivendo, percebemos o interesse por parte do governo em estar disponibilizando a utilização das mídias no espaço educacional, atingindo um grande número de alunos que na maioria das vezes nunca imaginaram estarem participando ativamente desse processo entre sujeitos e tecnologias.
Entretanto, não adianta só ter acesso aos meios audiovisuais, cabe ao professor procurar contextualizar os meios com os conteúdos, ter objetivos definidos, procurando a melhor forma de utilizá-los, para que sua prática seja enriquecida e que os educandos sejam os maiores beneficiados com todo esse aparato tecnológico. O professor precisa ter consciência ao usar recursos audiovisuais, de se perguntar quem são esses sujeitos que vão ter acessos aos recursos, em que contexto estão inseridos, se o que vai ser apresentado é adequado, é significativo, pois vivemos no país da diversidade, e a homogeneidade não é possível.
Assim, é preciso ter claro qual o papel que os meios de comunicação têm sobre a cultura, o que é mais importante o conteúdo ou o recurso pelo qual o conteúdo é transmitido, o que mais tem impacto nos sujeitos a mensagem ou o recurso que foi utilizado para que a informação chegasse até eles? Tudo isso deve estar articulado com um projeto educacional, com as técnicas e práticas eficientes que lhe dê subsídios, para se utilizar esses recursos, e transmitir o conteúdo de forma clara e precisa.
Sabemos que os recursos audiovisuais no meio educacional são utilizados para facilitar tanto o trabalho do professor quanto a compreensão dos alunos, pois ao utilizarmos data show, computador, retro projetor, vídeos, entre outros, estamos apresentando uma informação mais interessante, mais significativa, por que podemos visualizar o que estamos ouvindo e isso tem uma grande repercussão no nosso cérebro, pois as imagens ficam registradas e as palavras normalmente se perdem no espaço.
O uso de recursos audiovisuais na sala de aula dá ao professor a oportunidade de ter soluções no momento exato da aula. Além de estar proporcionando aos alunos a oportunidade de estarem pesquisando, de estarem construindo seu próprio conhecimento, fazendo dessa aula um momento de interação entre aluno x professor, professor x aluno e o mundo.
Segundo Ferrés (1997) pedagogo espanhol, “uma escola que não ensina como assistir televisão não educa”, sabemos de todos os males que a televisão provoca, mas a função da escola é formar telespectadores críticos, conscientes, capazes de participarem ativamente do processo de democratização do conhecimento e da cultura.
Quanto ao computador, é preciso dar destaque a força da internet, que vem a ser um conjunto de computadores interligados que se comunicam universalmente. A internet é o maior canal de informação dos últimos tempos, oferecendo além de informações diversos serviços, dando a oportunidade de o professor realizar uma aula atrativa e diversificada.
Os projetores de slides facilitaram a vida de quem precisa fazer apresentações e exposições mais eficientes. Além das projeções, é possível salvar, imprimir, fazer anotações na tela, enviar por e-mail às informações projetadas ou modificadas durante a explanação, com isso favorecendo uma maior interatividade. O data show é um recurso didático poderoso, porém pouco utilizado devido ao seu alto preço.
Já os aparelhos de som atualmente utilizados tão pouco em sala de aula, é um grande aliado para tratar das diversas áreas do conhecimento. Sabemos que a música faz parte do ser humano. Uma pesquisa científica (1999) utilizando a música de Mozart provou que o ensino da música aumenta em muito a capacidade mental das crianças, desenvolvendo sua rede neural. Desse modo, com a importância de se trabalhar com música em sala de aula, faz necessário o ouso do aparelho de som na sala de aula pelo fato de ser uma necessidade que as crianças e jovens tem de se movimentar, correr, brincar.
A utilização do vídeo como recurso didático deve ser utilizado quando trouxer uma contribuição efetiva para sala de aula, como ilustração, ampliação do conteúdo. No entanto, é preciso que o vídeo seja instigante, um convite ao debate, onde o professor estará atuando como mediador das discussões e analises dos sujeitos.
Portanto, hoje temos diversos recursos audiovisuais que enriquecem muito a nossa prática educativa, levando o sujeito a pensar, a pesquisar, a ir em busca, de uma forma mais rápida e acessível, participando ativamente do seu processo de desenvolvimento, ampliando seus horizontes, tornando-os sujeitos ativos, aptos, criativos e críticos.
Referencial teórico:
BELLONI, Maria Luiza (org).
A formação na sociedade do espetáculo. São Paulo: Edições
Loyola, 2002.FERRES, Joan. Televisão e educação. ed: paidos Iberica,Barcelona,1997.
Revista Nova Escola. São Paulo.
Revista Nova Escola. São Paulo. ed:abril, Set.1999.:abril, Set.1999.
Ivone Conceição Jorge dos Santos
No Brasil a inserção dos meios audiovisuais nas relações pedagógicas baseou-se no modelo tecnicista na década de 60. Com isso estagnou-se uma concepção fragmentada do uso dos meios audiovisuais na educação. Ao longo dos tempos os recursos audiovisuais na educação sofreram mudanças ganhando inúmeras denominações e novas maneiras de utilizar esses meios com um objetivo de favorecer a aprendizagem. Assim, cabe ao professor, abolir as práticas obsoletas para uso dos recursos, objetivando uma adequada seleção de técnicas e instrumentos no uso dos materiais a fim de despertar o interesse dos alunos promovendo sua atenção e dinamizando seu trabalho em sala de aula.
Este tema é de extrema relevância para a educação, por estarmos vivendo num contexto onde as tecnologias cada vez mais se fazem presentes e necessárias na aquisição de novos conhecimentos e habilidades. Diante do avanço que estamos vivendo, percebemos o interesse por parte do governo em estar disponibilizando a utilização das mídias no espaço educacional, atingindo um grande número de alunos que na maioria das vezes nunca imaginaram estarem participando ativamente desse processo entre sujeitos e tecnologias.
Entretanto, não adianta só ter acesso aos meios audiovisuais, cabe ao professor procurar contextualizar os meios com os conteúdos, ter objetivos definidos, procurando a melhor forma de utilizá-los, para que sua prática seja enriquecida e que os educandos sejam os maiores beneficiados com todo esse aparato tecnológico. O professor precisa ter consciência ao usar recursos audiovisuais, de se perguntar quem são esses sujeitos que vão ter acessos aos recursos, em que contexto estão inseridos, se o que vai ser apresentado é adequado, é significativo, pois vivemos no país da diversidade, e a homogeneidade não é possível.
Assim, é preciso ter claro qual o papel que os meios de comunicação têm sobre a cultura, o que é mais importante o conteúdo ou o recurso pelo qual o conteúdo é transmitido, o que mais tem impacto nos sujeitos a mensagem ou o recurso que foi utilizado para que a informação chegasse até eles? Tudo isso deve estar articulado com um projeto educacional, com as técnicas e práticas eficientes que lhe dê subsídios, para se utilizar esses recursos, e transmitir o conteúdo de forma clara e precisa.
Sabemos que os recursos audiovisuais no meio educacional são utilizados para facilitar tanto o trabalho do professor quanto a compreensão dos alunos, pois ao utilizarmos data show, computador, retro projetor, vídeos, entre outros, estamos apresentando uma informação mais interessante, mais significativa, por que podemos visualizar o que estamos ouvindo e isso tem uma grande repercussão no nosso cérebro, pois as imagens ficam registradas e as palavras normalmente se perdem no espaço.
O uso de recursos audiovisuais na sala de aula dá ao professor a oportunidade de ter soluções no momento exato da aula. Além de estar proporcionando aos alunos a oportunidade de estarem pesquisando, de estarem construindo seu próprio conhecimento, fazendo dessa aula um momento de interação entre aluno x professor, professor x aluno e o mundo.
Segundo Ferrés (1997) pedagogo espanhol, “uma escola que não ensina como assistir televisão não educa”, sabemos de todos os males que a televisão provoca, mas a função da escola é formar telespectadores críticos, conscientes, capazes de participarem ativamente do processo de democratização do conhecimento e da cultura.
Quanto ao computador, é preciso dar destaque a força da internet, que vem a ser um conjunto de computadores interligados que se comunicam universalmente. A internet é o maior canal de informação dos últimos tempos, oferecendo além de informações diversos serviços, dando a oportunidade de o professor realizar uma aula atrativa e diversificada.
Os projetores de slides facilitaram a vida de quem precisa fazer apresentações e exposições mais eficientes. Além das projeções, é possível salvar, imprimir, fazer anotações na tela, enviar por e-mail às informações projetadas ou modificadas durante a explanação, com isso favorecendo uma maior interatividade. O data show é um recurso didático poderoso, porém pouco utilizado devido ao seu alto preço.
Já os aparelhos de som atualmente utilizados tão pouco em sala de aula, é um grande aliado para tratar das diversas áreas do conhecimento. Sabemos que a música faz parte do ser humano. Uma pesquisa científica (1999) utilizando a música de Mozart provou que o ensino da música aumenta em muito a capacidade mental das crianças, desenvolvendo sua rede neural. Desse modo, com a importância de se trabalhar com música em sala de aula, faz necessário o ouso do aparelho de som na sala de aula pelo fato de ser uma necessidade que as crianças e jovens tem de se movimentar, correr, brincar.
A utilização do vídeo como recurso didático deve ser utilizado quando trouxer uma contribuição efetiva para sala de aula, como ilustração, ampliação do conteúdo. No entanto, é preciso que o vídeo seja instigante, um convite ao debate, onde o professor estará atuando como mediador das discussões e analises dos sujeitos.
Portanto, hoje temos diversos recursos audiovisuais que enriquecem muito a nossa prática educativa, levando o sujeito a pensar, a pesquisar, a ir em busca, de uma forma mais rápida e acessível, participando ativamente do seu processo de desenvolvimento, ampliando seus horizontes, tornando-os sujeitos ativos, aptos, criativos e críticos.
Referencial teórico:
BELLONI, Maria Luiza (org).
A formação na sociedade do espetáculo. São Paulo: Edições
Loyola, 2002.FERRES, Joan. Televisão e educação. ed: paidos Iberica,Barcelona,1997.
Revista Nova Escola. São Paulo.
Revista Nova Escola. São Paulo. ed:abril, Set.1999.:abril, Set.1999.
sábado, 27 de novembro de 2010
EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA DO USO DA INFORMÁTICA EDUCATIVA
EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA DO USO DA INFORMÁTICA EDUCATIVA
Ana Cláudia de Sena S. Vieira
Anaciara Souza
Elizângela Senna do Nascimento
Isabela Ferreira Lopes
A epistemologia é um ramo da filosofia que se ocupa do conhecimento humano, pelo que também é designada de “teoria do conhecimento”. Já a didática é a parte da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino, destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica, estudando os diferentes processos de ensino e aprendizagem.
Trazendo a importância das tecnologias na educação pode-se afirmar que a cada dia que passa, a informática vem adquirindo cada vez mais relevância na vida das pessoas. Sua utilização já é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas. Cresce o número de famílias que possuem em suas residências um computador. Desta forma, esta tecnologia está auxiliando pais e filhos mostrando-lhes outras formas de aprender e ver o mundo.
Quando se aprende a lidar com o computador novos horizontes se abrem na vida do sujeito, atualmente já é possível encontrar o computador nos mais variados contextos: empresarial, acadêmico e domiciliar, pois o computador veio para inovar e facilitar a vida das pessoas. Não se pode mais fugir desta realidade tecnológica, portanto a educação não pode ficar para trás, vislumbrando aprendizagem significativa por meio de tecnologias. Neste sentido, as escolas precisam compreender que transformações são necessárias frente a essas tecnologias e assim, constituir uma aprendizagem inovadora que leva o indivíduo a se sentir como um ser globalizado capaz de interagir e competir com igualdade na busca de seu sonho profissional.
Para tanto, afirma Moran (1994), que uma das conseqüências deste cenário é uma nova dimensão na área do conhecimento. O uso das tecnologias da comunicação e informação a serviço da educação permite que um universo cada vez maior de pessoas tenha acesso a informações em uma velocidade que se aproxima do instantâneo. Sem dúvida, a partir do entendimento de como o ser humano aprende, se podem utilizar métodos e técnicas específicas visando obter uma melhor performance educativa, aprimorando, por conseguinte, os processos de ensino e aprendizagem.
Além do mais, ressalta Sabariz e Barreto (1999), que o uso de computadores e softwares pode ser muito agradável e realmente motiva os educandos para a aprendizagem, tanto que se podem observar os mesmos consultando mais computadores do que livros. Isso leva a crer que o aluno moderno, muito em breve, deverá abandonar o comportamento passivo do ensino tradicional e passar para um comportamento ativo, onde sua principal função é explorar o material didático disponibilizado e interagir com o professor e com os outros alunos. Atualmente pode-se verificar na política educacional, quando se vislumbra que programas governamentais destinados à introdução dessas tecnologias na educação começam a se tornar realidade não mais como experimentos-pilotos, e atingem um percentual considerável de escolas.
Na questão da aprendizagem Gardner em seu livro Inteligências múltiplas (1998), destaca que a aprendizagem se dá através da descoberta, tendo o professor o papel de ser um guia do aluno. O uso e a interação com a tecnologia da informação permitem essa interatividade, desmassificação e o surgimento das salas de aulas virtuais. No entanto, Mercado (1999) adverte que as novas tecnologias, por si só, não são veículos para a aquisição de conhecimento, capacidades e atitudes, mas precisam estar integradas em potentes ambientes de ensino-aprendizagem, situações que permitam ao aluno os processos de aprendizagem necessários para atingir os objetivos educacionais desejados.
O desafio maior, avaliando essas interpretações seria uma mudança de enfoque na visão da educação dita formal, ou seja, aquela que irá permanecer no espaço escolar, isso porque a escola não vai desaparecer, mesmo que inovações como a educação à distância reverbere como objetos de consumo das instituições de ensino ou de práticas pedagógicas tidas como transformadoras.
O uso da tecnologia no universo educacional se torna imprescindível, na contemporaneidade, mas pelo processo de mudanças que a humanidade vem enfrentando, em todos os níveis, e nos quais a tecnologia da informação e da comunicação vem assumindo seu papel de relevância.
Assim, concebe-se que a tecnologia na educação deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria. É preciso ter a percepção que quando se usa como epistemologia, está sendo modificada por ela e transformando pessoas melhores e mais capacitadas para o mercado de trabalho.
REFERÊNCIAS
MERCADO, L.P. Aprendizagem integrada em ambientes telemáticos através de projetos colaborativos. XI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. Anais... Curitiba, nov.1999. Disponível em : http://www.scielo.br/ Acesso em 08 out.2010.
MORAN, J.M. Novos caminhos no ensino à distância. In: Informe CEAD Centro de Educação a Distância. SENAI, Rio de Janeiro, vol. 1, n. 5, out./nov./dez. 1994
SABARIZ, A. L. R.; BARRETO, P. H. B. Utilização de freeware disponível na Internet no desenvolvimento de home pages para o ensino à distância na Engenharia: Parte 1. XXVII Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia – COBENGE ’99. Anais..., Natal, nov.1999. Disponível em: http://www.pp.ufu.br/trabalhos/36.pdfAcesso em 07 out.2010.
GARDNER, H. Inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Ana Cláudia de Sena S. Vieira
Anaciara Souza
Elizângela Senna do Nascimento
Isabela Ferreira Lopes
A epistemologia é um ramo da filosofia que se ocupa do conhecimento humano, pelo que também é designada de “teoria do conhecimento”. Já a didática é a parte da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino, destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica, estudando os diferentes processos de ensino e aprendizagem.
Trazendo a importância das tecnologias na educação pode-se afirmar que a cada dia que passa, a informática vem adquirindo cada vez mais relevância na vida das pessoas. Sua utilização já é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas. Cresce o número de famílias que possuem em suas residências um computador. Desta forma, esta tecnologia está auxiliando pais e filhos mostrando-lhes outras formas de aprender e ver o mundo.
Quando se aprende a lidar com o computador novos horizontes se abrem na vida do sujeito, atualmente já é possível encontrar o computador nos mais variados contextos: empresarial, acadêmico e domiciliar, pois o computador veio para inovar e facilitar a vida das pessoas. Não se pode mais fugir desta realidade tecnológica, portanto a educação não pode ficar para trás, vislumbrando aprendizagem significativa por meio de tecnologias. Neste sentido, as escolas precisam compreender que transformações são necessárias frente a essas tecnologias e assim, constituir uma aprendizagem inovadora que leva o indivíduo a se sentir como um ser globalizado capaz de interagir e competir com igualdade na busca de seu sonho profissional.
Para tanto, afirma Moran (1994), que uma das conseqüências deste cenário é uma nova dimensão na área do conhecimento. O uso das tecnologias da comunicação e informação a serviço da educação permite que um universo cada vez maior de pessoas tenha acesso a informações em uma velocidade que se aproxima do instantâneo. Sem dúvida, a partir do entendimento de como o ser humano aprende, se podem utilizar métodos e técnicas específicas visando obter uma melhor performance educativa, aprimorando, por conseguinte, os processos de ensino e aprendizagem.
Além do mais, ressalta Sabariz e Barreto (1999), que o uso de computadores e softwares pode ser muito agradável e realmente motiva os educandos para a aprendizagem, tanto que se podem observar os mesmos consultando mais computadores do que livros. Isso leva a crer que o aluno moderno, muito em breve, deverá abandonar o comportamento passivo do ensino tradicional e passar para um comportamento ativo, onde sua principal função é explorar o material didático disponibilizado e interagir com o professor e com os outros alunos. Atualmente pode-se verificar na política educacional, quando se vislumbra que programas governamentais destinados à introdução dessas tecnologias na educação começam a se tornar realidade não mais como experimentos-pilotos, e atingem um percentual considerável de escolas.
Na questão da aprendizagem Gardner em seu livro Inteligências múltiplas (1998), destaca que a aprendizagem se dá através da descoberta, tendo o professor o papel de ser um guia do aluno. O uso e a interação com a tecnologia da informação permitem essa interatividade, desmassificação e o surgimento das salas de aulas virtuais. No entanto, Mercado (1999) adverte que as novas tecnologias, por si só, não são veículos para a aquisição de conhecimento, capacidades e atitudes, mas precisam estar integradas em potentes ambientes de ensino-aprendizagem, situações que permitam ao aluno os processos de aprendizagem necessários para atingir os objetivos educacionais desejados.
O desafio maior, avaliando essas interpretações seria uma mudança de enfoque na visão da educação dita formal, ou seja, aquela que irá permanecer no espaço escolar, isso porque a escola não vai desaparecer, mesmo que inovações como a educação à distância reverbere como objetos de consumo das instituições de ensino ou de práticas pedagógicas tidas como transformadoras.
O uso da tecnologia no universo educacional se torna imprescindível, na contemporaneidade, mas pelo processo de mudanças que a humanidade vem enfrentando, em todos os níveis, e nos quais a tecnologia da informação e da comunicação vem assumindo seu papel de relevância.
Assim, concebe-se que a tecnologia na educação deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria. É preciso ter a percepção que quando se usa como epistemologia, está sendo modificada por ela e transformando pessoas melhores e mais capacitadas para o mercado de trabalho.
REFERÊNCIAS
MERCADO, L.P. Aprendizagem integrada em ambientes telemáticos através de projetos colaborativos. XI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. Anais... Curitiba, nov.1999. Disponível em : http://www.scielo.br/ Acesso em 08 out.2010.
MORAN, J.M. Novos caminhos no ensino à distância. In: Informe CEAD Centro de Educação a Distância. SENAI, Rio de Janeiro, vol. 1, n. 5, out./nov./dez. 1994
SABARIZ, A. L. R.; BARRETO, P. H. B. Utilização de freeware disponível na Internet no desenvolvimento de home pages para o ensino à distância na Engenharia: Parte 1. XXVII Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia – COBENGE ’99. Anais..., Natal, nov.1999. Disponível em: http://www.pp.ufu.br/trabalhos/36.pdfAcesso em 07 out.2010.
GARDNER, H. Inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artmed, 1998.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
As mídias na educaçao
É notória a influência dos meios de comunicação, principalmente com o uso de imagens e textos, na vida das pessoas, atingindo de forma mais observável os grupos jovens. A mídia está presente de forma muito tangível no nosso cotidiano, assumindo um “papel pedagógico” importante, influenciando na constituição dos sujeitos, somos fortemente subjetivados por ela. A produção de sujeitos já não se dá somente na família e na escola, mas principalmente através dos espaços culturais que as crianças e os jovens freqüentam.
Moram
beijooo
Sonia,Patricia ,Lívia
Moram
beijooo
Sonia,Patricia ,Lívia
Midias e Tecnologias
O acesso aos conhecimentos produzidos pela sociedade e em todo o mundo pode ser facilitado pelas tecnologias, possibilitando assim, democratização. Desse modo, vale salientar a importância que se tem de se acompanhar o modo como se desenvolve o uso destas tecnologias em nossa sociedade e as transformações decorrentes desse processo.
Bjs,
Isabela
Bjs,
Isabela
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Mídias e Tecnologias é show!
A educação só tem a ganhar!
As mídias e as novas tecnologias
podem e devem contribuir para a excelência da educação!
o nosso maior desafio é buscar uma formação de qualidade!
bjs
Vilma
As mídias e as novas tecnologias
podem e devem contribuir para a excelência da educação!
o nosso maior desafio é buscar uma formação de qualidade!
bjs
Vilma
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